Não, o que você leu no título não é uma miragem. É isso mesmo: de forma bem discreta, a Oilançou sua banda larga em fibra ótica de altíssima velocidade. Serão dois planos: 100 Mbps e 200 Mbps, com preços que variam de R$ 79,90 a R$ 139,90. O serviço encontra-se em fase de testes nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
O que assusta é o preço: a Oi está cobrando R$ 79,90 pela banda larga de 100 Mbps, bem como R$ 99,90 pela conexão de 200 Mbps. O upload que não agrada tanto: no plano de 100 Mbps, o upload é de 10 Mbps e no plano de 200 Mbps, a velocidade é de 15 Mbps. Ok, o upload é maior do que a média da banda larga do Brasil, mas, ainda assim, a proporção poderia ser um pouco melhor.
De acordo com o regulamento, o valor acima está com desconto mediante fidelização. Se o cliente optar por um plano sem multa em caso de cancelamento, o valor sobre para R$ 119,90 para o plano de 100 Mbps e R$ 139,90 para o plano de 200 Mbps. Esses valores também são válidos para quem quiser contratar o Velox Fibra sem o serviço de telefonia fixa da operadora.
Entretanto, nem tudo são flores. De acordo com o regulamento do serviço, há uma franquia de dados. Quem assinar o plano de 100 MB terá direito a 200 GB de tráfego. Quem for mais ousado e assinar 200 MB terá 500 GB de franquia. Quem exceder a franquia pode ter sua velocidade reduzida para 300 Kbps até o dia de corte da fatura.
Com esses planos, a Oi consegue vencer toda a sua concorrência. A GVT, por exemplo, cobra R$ 499,90 pela sua banda larga de 100 Mbps – e na verdade dá um pouco mais do que isso, afinal, a contratação de um pacote de telefone é obrigatório. Por sua vez, o Live TIM (que ainda não foi lançado, coitado) possui a velocidade de 25 Mbps ao custo mensal de R$ 109,00.
Nada se sabe em relação a área de cobertura da rede de fibras óticas no Rio e Belo Horizonte. Entramos em contato com a Oi, mas ainda não recebemos resposta. De qualquer forma, você pode ler o regulamento na íntegra, em PDF, que está disponível no site do Oi Velox.
A Apple entrou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro para manter o direito de usar a marca iPhone no Brasil. ÉPOCA teve acesso ao processo aberto no dia 2 de janeiro contra a IGB Eletrônica, sucessora da Gradiente, e contra o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), uma autarquia federal sediada na capital fluminense.
>>Gradiente inicia venda de celulares “iphone”
Logo depois do Carnaval, o Inpi vai oficializar a decisão de que a Gradiente detém o direito exclusivo da marca iPhone em celulares no país. Em 2 de janeiro de 2008, a companhia brasileira havia conseguido o registro, que foi solicitado ao instituto ainda no ano de 2000. A decisão, segundo a assessoria do Inpi, será confirmada na semana que vem. Mas isso não significa que a Apple ficará automaticamente proibida de vender seus celulares. O documento do Inpi abre apenas espaço para a Gradiente entrar na Justiça para fazer valer sua exclusividade, pedindo até a retirada de aparelhos da concorrente nas lojas. Portanto, para a decisão do instituto ter efeito prático ainda seria necessária uma longa batalha judicial entre as duas empresas. O presidente do Conselho de Administração da IGB Eletrônica, Eugênio Emílio Staub, em comunicado ao mercado, avisou que a companhia adotará “todas as medidas” para garantir o direito. Ele afirmou que a empresa não havia utilizado a marca antes porque reestruturava suas operações.
>>O mundo ainda confia na Apple?
Conforme a Lei de Propriedade Industrial, a Apple tinha prazo de cinco anos para pedir na Justiça a anulação do registro concedido à Gradiente. A empresa americana tomou a medida exatamente na data em que o prazo expirava. Até então, o lançamento do iPhone pela Gradiente, que ocorreu em dezembro 2012, era tratado como motivo de piadas em outros países, principalmente nas redes sociais na internet. A ação movida agora pela Apple dá um caráter mais sério ao caso.
A Apple argumenta que lançou o iPhone em janeiro de 2007 e que desde 1998 cria os produtos da “família i”, que incluem iMac, iBook, iPod e iPad. “Os aparelhos de telefonia móvel vinham se tornando produtos baratos e descartáveis. O dispositivo iPhone alterou essa imagem”, afirmam os advogados na ação.
>>Testamos o iPhone 5
Eles pedem a “anulação parcial” do registro da Gradiente, que continuaria em vigor, mas “sem exclusividade sobre a palavra iPhone isoladamente”.
O Inpi afirmou que segue o critério de conceder o registro a quem primeiro faz o pedido e, além disso, concede a exclusividade a uma empresa para evitar que os consumidores se confundam. A IGB informou que não fará nenhum comentário. Os advogados da Apple também preferiram não se manifestar sobre o assunto.
Sony vai lançar PlayStation 4 em 2013, diz imprensa japonesa
PS4 deve custar US$ 475, segundo jornal.
Modelo deve interagir com smartphones e redes sociais.
A companhia japonesa Sony vai lançar ainda este ano o console PlayStation 4 (PS4), com novas funções, informa a imprensa nipônica, sete anos depois do lançamento do PS3, que vendeu mais de 75 milhões de unidades.
Segundo o jornal "Asahi", a Sony prepara um novo modelo que, além dos jogos, estará concebido especificamente para receber todos os conteúdos audiovisuais distribuídos on-line pela empresa e para interagir com os smartphones.
O PS4 também deve aproveitar as redes sociais para compartilhar música, jogos e vídeos.
O preço do novo console será superior a 40.000 ienes (US$ 475).
Os novos rumores da imprensa sobre o PS4 entusiasmaram os investidores na Bolsa de Tóquio, onde a ação da Sony registrou alta de quase 4% durante a sessão.